"Covilhã Cidade Neve"
Uma breve homenagem à minha cidade...
Covilhã cidade neve
Fiandeira alegre e contente
És o gesto que descreve
O passado heróico e valente
És das beiras a rainha
O teu nome é nome de povo
És um beiral de andorinha
Covilhã tu és sangue novo
De manhã quando te levantas
Que briosa vais para o tear
E os hermínios que tu encantas
Vestem lã para te namorar
E o pastor nos montes vagueia
Dorme à noite em lençol de neve
Ao serão teces longa teia
Ao teu bem que de longe te escreve
Covilhã cidade flor
Corpo agreste de cantaria
Em ti mora o meu amor
E em ti nasce o novo dia
Covilhã és linda terra
És qual roca bailando ao vento
Em ti aura quando neva
Covilhã tu és novo tempo
De manhã quando te levantas
Que briosa vais para o tear
E os hermínios que tu encantas
Vestem lã para te namorar
E o pastor nos montes vagueia
Dorme à noite em lençol de neve
Ao serão teces longa teia
Ao teu bem que de longe te escreve.
1970
by Nóbrega E Sousa/Joaquim P. Gonçalves
cantada por Amália Rodrigues
Covilhã cidade neve
Fiandeira alegre e contente
És o gesto que descreve
O passado heróico e valente
És das beiras a rainha
O teu nome é nome de povo
És um beiral de andorinha
Covilhã tu és sangue novo
De manhã quando te levantas
Que briosa vais para o tear
E os hermínios que tu encantas
Vestem lã para te namorar
E o pastor nos montes vagueia
Dorme à noite em lençol de neve
Ao serão teces longa teia
Ao teu bem que de longe te escreve
Covilhã cidade flor
Corpo agreste de cantaria
Em ti mora o meu amor
E em ti nasce o novo dia
Covilhã és linda terra
És qual roca bailando ao vento
Em ti aura quando neva
Covilhã tu és novo tempo
De manhã quando te levantas
Que briosa vais para o tear
E os hermínios que tu encantas
Vestem lã para te namorar
E o pastor nos montes vagueia
Dorme à noite em lençol de neve
Ao serão teces longa teia
Ao teu bem que de longe te escreve.
1970
by Nóbrega E Sousa/Joaquim P. Gonçalves
cantada por Amália Rodrigues


1 Comments:
eh, eh, eh...
Bem... e agora a minha versão!
"Covilhã terra da lã
das tuas lanzudas vivemos
vamos mas é comer uma romã!!!
Covilhã ex-terra da neve
até no alentejo ela caí
e lá nem está pa breve
Covilhã terra do norte
com predios feitos de pedra pome
está lá "ium" que tá todo "torte"
por elblura, o grande poeta "alãtejano"
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